Este é o resultado do sucateamento da saúde no estado do Rio de janeiro, inaugurar três UPAs dá mais resultado político do que reformar um hospital já pronto, como as UPAs estão sempre lotadas e os hospitais sem condição de atender, o povo fica sem assistência médica.
Triste Rio de Janeiro sob mando de Sergio Cabral.
Fonte: G1
A Polícia do Rio investiga a denúncia da família de uma paciente de 64 anos que morreu no Hospital municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste da cidade. Os filhos da dona de casa dizem que o prontuário da mãe foi trocado e, por essa razão, ela teria recebido medicação errada. A direção do hospital nega a acusação.
Segundo os filhos, a paciente foi internada na unidade no dia 26 de agosto, com infecção urinária, e morreu na madrugada do dia 30. Os oito filhos da paciente dizem que visitaram a paciente um dia antes de sua morte, e ela aparentava estar bem.
Um dos filhos diz ter ouvido da médica que sua mãe faria alguns exames e logo poderia receber alta. No dia seguinte, no entanto, ao voltar ao hospital, a família diz ter encontrado a paciente desacordada. Ela estaria em coma.
A família afirma ainda que no mesmo dia em que a idosa foi internada, uma outra paciente com o mesmo nome também deu entrada no hospital. Ainda segundo a família, essa outra paciente estaria com câncer, sendo medicada com morfina.
“‘Sua mãe já foi medicada, tá tudo bem’. Mas quando eu virei o prontuário, eu falei: não, minha mãe não é a Maria de Lourdes da Conceição Xavier. Minha mãe é Maria de Lourdes da Conceição. Aí eu falei com as enfermeiras: ‘vocês estão dando remédio errado para minha mãe’”, conta um dos filhos, Rogério Felinto.
Em nota oficial, o hospital negou nesta segunda-feira (6) que o prontuário das pacientes tenha sido trocado, informando que a paciente recebeu “toda a assistência necessária, mas devido a complicações no quadro não resistiu e veio a óbito no dia 30 de agosto”.
Além disso, a assessoria da Secretaria municipal de Saúde afirmou que a família da paciente foi recebida pela direção do hospital e que, a pedido da família, o corpo da vítima foi enviado para o Instituto Médico Legal (IML) para autópsia.
O exame deve ficar pronto em 30 dias e a polícia aguarda o laudo para esclarecer o caso.







